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Ritoca Bomboca

Ritoca Bomboca

14
Fev13

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Detesto o dia dos namorados, não acho mesmo piadinha nenhuma, aliás, deve ser o dia do ano de que gosto menos.
Mas nem sempre foi assim, aliás, durante uma parte da minha vida, gostava imenso do dia dos namorados, na escola primária quando recebia as cartinhas do namoradito, no ciclo quando os professores decidiram fazer o correio de S. Valentim, em que recebiamos cartas dos "admiradores" e até mesmo durante uma parte do liceu.
Mas foi no liceu que tudo mudou, isto porque foi nesse dia que percebi que além de ter sido traída, ele tinha voltado para a ex namorada e como se não bastasse ofereceu-lhe um peluche enorme, com um coração, depois desse dia,passei a detestar o dia dos namorados, porque senti uma dor tão grande, fiquei tão destroçada, que durante muito tempo, aliás ainda hoje consigo vê-la a entrar no liceu com o parvo do urso.
É certo que dias depois voltou para mim, mas há sensações, há sentimentos e momentos que não se esquecem.
Ele foi o meu primeiro namorado, o meu primeiro amor, a minha primeira paixão, e foi assim durante anos, confesso que pensei sempre que seria um daqueles amores eternos e durante muito tempo ele foi o amor da minha vida. Vivemos muito apenas os dois, fomos muito felizes, estávamos numa idade em que parecia que iria morrer de amor, era um sentimento que transbordava, que me enchia de coragem e completava o meu mundo, era uma idade em que acreditávamos em histórias encantadas, em que tudo era mais simples ... mas também fui muito infeliz, também chorei imenso, fui muito triste e doeu muito.
Hoje olho para ele e penso "como pude ser tão louca por ti?" e não obtenho resposta, mas o certo é que até hoje, detesto o dia dos namorados e felizmente o verdadeiro amor da minha vida entende e respeita isso.
06
Fev13

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Diz que vai acabar a venda da petinga, oooooh e agora não vou comer a petinga com o meu arroz de tomate? (sou mesmo da terrinha). Vá, coitadinhos dos peixinhos, que têm direito a crescer e mimimimi mas que são bons, lá isso são.
05
Fev13

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Estás a ver aquela rapariga a dançar? É a R. Quando namorava comigo não dançava assim, tão solta, tão livre. Sabes porquê? Porque como eu não gosto de dançar, nunca saía para dançar com ela, faziamos só aquilo que eu queria.
Ela tentava arranjar sempre coisas novas para fazermos, pensava sempre num plano para o fim de semana, mas eu nunca quis saber, aliás, achei sempre que ela como pensava sempre em tudo, eu não tinha que fazer nada.
Quando fazia aniversário, ou no Natal, ou nas nossas datas, ela esforçava-se sempre em comprar alguma coisa para mim, ou marcar algo diferente para fazermos, e eu? Eu não, só lhe perguntava o que ela queria e era isso que oferecia, assim dava muito menos trabalho.
A única coisa que fazia era enviar mensagem de manhã, muitas vezes a falar do tempo e ligava à noite para desejar boa noite.
Aos sábados como tinha jogo, ela se quisesse estar comigo tinha de ir aos jogos, ou então esperar por mim, depois disso, mesmo quando ela queria sair para dançar, eu não queria.
Aquela roupa que está a usar, eu já a conheço, mas nunca lhe disse que fica mesmo gira assim. Nunca demonstrei que a desejo, ela só tinha de pensar que se estava com ela, era óbvio.
Quando discutia e demonstrava o ponto de vista dela, eu só esperava, sem dar muita importância, porque ela sozinha conseguia resolver os problemas na cabeça dela, bem simples.
Nunca deixei de fazer alguma coisa por ela, ou fiz algo contrariado, só porque ela gostava. Quem quisesse estar comigo tinha de fazer o que eu queria. Aliás por vezes quando me falava em determinado programa, se eu não gostasse ou não quisesse ir, dizia logo que não, sem sequer lhe perguntar o que ela queria fazer.
Pois, ela hoje é minha ex namorada. Senti que ela estava a afastar-se de mim, mas isso não me assustou, porque ela resmungava, dizia que fazia e acontecia, mas não passava disso, de palavras, bastava esperar, porque para mim ela esteve sempre na minha mão. Até ao dia em que percebi que ela já não é minha, mas nem é isso que dói, o que dói é sentir que deixei fugir a pessoa que mais me amou e que mais me completa.
04
Fev13

Californianas

Daquelas coisas "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Quando surgiu esta onda das californianas detestei, lembrava-me daquelas miúdas loiras platinadas, com uma enorme raiz preta, depois, à medida que fui vendo mais e diferentes, gostei, isto é, gosto daquelas que não passam de um tom super escuro, para um super claro, essas acho um pavor.

Por exemplo, as da Rita Pereira são pavorosas.
Gosto das suaves, que de um castanho, não muito escuro, passam para um mais claro, sem chocar.
As da actriz Suzana Vieira são horrorosas, aliás, nem percebo a intenção.
Já as da Cláudia Vieira, adoroooo, como adoro tudo nesta mulher.
 
04
Fev13

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Ainda na mesma onda, a filha de Monica Rose arrasa, aliás, "quem sai aos seus não é de Genebra".




 
04
Fev13

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"Ah e tal a Beyoncé cantou em playback", "ah e tal a Beyoncé teve necessidade de o fazer porquê, será que canta mal?", comentários bem piores do que estes surgiram mesmo após a tomada de posse do 2º mandato de Barack Obama.
Depois disso, cantou o hino ao vivo, calando muitas dessas pessoas, mas se dúvidas restassem, nessas cabecinhas, porque eu nunca tive, a mulher calou toda a gente, porque ela é mesmo o que demonstrou no intervalo do superbowl,  um furacão.
 



 

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